segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Ano novo!

E 2009 chegou... E com ele uma decisão: nada de criação de metas para 2009. Preferi escolher ser surpreendida pelas coisa que vierem e encarar os problemas que surgirem. Nada de fazer a tradicional listinha de "Alvos". Por quê? Acho que a vida fica mais simples sem isso. Comparando minhas metas pessoais de 2008 vi que pouco do que idealizei se materializou, enquanto outras coisas que nem cogitei aconteceram de verdade. Então é isso aí!

E que venha muito mais! Para mim e para você!



Feliz 2009!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Hohoho

24 de dezembro. E não é que o Natal chegou? Então, que esses dias de festas sejam bem felizes para você e sua família. Mas manera na comida, hein. Lembre-se que hoje é quarta-feira, e ainda é dia de começar o regime! hehehe.

Hohoho para você tb! :)

domingo, 21 de dezembro de 2008

Sina nossa

E, de repente eu entrei no blog da Nana, e vi seu último post. Era uma frase... Letra da música "Realejo" do grupo musical "O Teatro Mágico".

Pensei, pensei.... Pô, porque é que todo mundo gosta ou pelo menos já ouviu falar de O Teatro Mágico e eu não? 

Aí, resolvi correr atrás. Achei o som num site que sempre procuro bandas novas e independentes, e o provável aconteceu: A-M-E-I o som deles. 

Gostei mais do segundo cd "Segundo Ato". 

A trupe criada por Fernando Anitelli, se propõe nesta segunda etapa a entrar mais fundo nos debates que cercam a sociedade desigual e desumana que nos rodeia. Procurando explorar a questão do livre compartilhamento das músicas na Internet defendendo a bandeira da música livre, o Teatro Mágico passa a se apresentar com um perfil mais questionador e contestador. 

Nesta nova fase, é como se a trupe chegasse no universo urbano com mais profundidade, como o cotidiano dos moradores de rua citados na canção "Cidadão de Papelão" ou a problemática da mecanização do trabalho, citada no "Mérito e o Monstro" entre várias outras abordagens. Indo mais além, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos , sem perceber, assistindo aos programas de TV. Essas transformações não poderiam, no entanto, encobrir o universo lúdico e fantasioso da trupe, mas sim, acrescentar uma pitada de realismo no conteúdo em geral, incorporando o lema de endurecer sem jamais perder a ternura. 


E, na minha sutil opinião... A melhor música é Sina nossa.

Fica aí a dica para um bom e animador som nessa ótima Segunda-feira.

Beijos!  

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Machado de Assis na Rede Globo

“Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era oblíqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se se podiam chamar assim.” Dom Casmurro

Os olhos mais famosos da literatura brasileira estão reencarnando novamente. Capitu, a enigmática heroína de Machado de Assis, revivida, inúmeras vezes, no cinema, no teatro e na música, ganhou duas intérpretes na TV. São atrizes de estilos diferentes - uma desconhecida e moderna (Letícia Persiles), outra famosa e clássica (Maria Fernanda Cândido) - mas não há dúvidas sobre por que serão as protagonistas das duas fases de "Capitu", nova minissérie da Rede Globo: ambas possuem olhos que ameaçam arrastar e tragar. Perfeitos - e idênticos - olhos de ressaca.

Será um ensaio sobre a dúvida - resume Luiz Fernando Carvalho, que dirigirá a minissérie. Desde o fim de março, os atores, a maioria vinda do teatro, vêm se reunindo para uma preparação de(d/l)icada.

Desde que tomou um susto com o convite do diretor, que a viu num show do Manacá, sua banda que mistura rock com ritmos folclóricos, o diretor teve certeza de que sua procura por uma protagonista terminara, Letícia vem tentando decifrar a Capitu menina que vai interpretar, uma garota meio moleca, mas sedutora, de 14 anos. Letícia diz ter consciência da responsabilidade de interpretar uma protagonista em uma minissérie "global", mas nos ensaios não parecia preocupada com a possibilidade de fama, dizem.

Procurei sentir o frescor da adolescência e remexi minhas coisas, relendo cartas antigas, de namorados - afirma a interprete da Capitu menina, que montou uma caixa com objetos que a têm ajudado nessa descoberta da menina plena de vida. Guardo cartas, luvinhas de renda, elementos da época - diz a atriz, que carregou a caixinha para o telhado do prédio onde mora e para perto do mar, tentando respirar com o peito aberto, como acredita que Capitu fazia.

Mas, não, não adianta esperar que o mistério que assombra a literatura e inspira tratados psicanalíticos (Capitu traiu ou não o marido com seu melhor amigo, Escobar?) tenha uma conclusão na TV. Apesar de dar nome à minissérie, a mulher dos "olhos de cigana oblíqua e dissimulada" não terá a chance de contar a sua versão da tragédia. Como no livro, ouviremos os fatos de um narrador casmurro e obcecado: Bento, interpretado pelo ator, poeta e apresentador Michel Melamed.

Maria Fernanda também foi construindo aos poucos a sua Capitu - a mulher e a menina terão o mesmo peso nos capítulos. Como Letícia, ela fala com doçura sobre a composição da personagem. E diz que o que menos importa é o dilema da traição.

Vejo a Capitu como uma mulher livre, com sede de vida e coragem para ser feliz. Uma mulher intensa, muito julgada, apontada por todos, mas que segue a vida sem amargura - diz Maria Fernanda, dona de olhares sedutoríssimos (como diria José Dias) e singulares.

Maria Fernanda vem tendo aulas de piano e, acostumada ao ritmo industrial das novelas, tem celebrado uma concepção carregada de significados. - A gente erra junto, joga uma coisa no lixo, guarda outra na gaveta. Cada um tem a sua Capitu - acredita a atriz.

Agora é esperar e conferir.


P.S – E você, já leu Dom Casmurro? Se não, corra logo e vá tomar partido de alguém...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Carpe diem

Fui sei lá o quê domingo passado (09/11). O lance foi mais ou menos esse: Estava voltando de Paraibuna (Cidade em que reside meu namorado), e ainda na calçada esperando para atravessar a avenida, um sujeito de moto chegou bem próximo de mim, estendeu seu braço e me segurou. O único pensamento foi o de cuidar para que minhas pernas não encostassem no escapamento da moto.

Numa fração de segundo, livrei-me do sujeitinho, e caí no chão. Fechei os olhos. Pensamentos: Meus pais, meu namorado,minha família, meus amigos, meu futuro, minha vida... É engraçado como coisas que realmente tem importância só passam pela nossa cabeça numa situação de perigo. É claro, que eu não morreria por isso. Mas engraçado mesmo é ver a nossa incapacidade, fragilidade e dependência diante de alguns fatos.

Ao abrir meus olhos, vi uma multidão de pessoas ao meu redor... "Bateu","Tá tudo bem?", "Que cara louco", "Esse mundo tá perdido!".

Me sentei rapidamente e movimentei todos os meus músculos e óssos. Queria garantir que não havia quebrado nada. Levaram-me para a casa da Rafaela (amiga-irmã) porque era mais perto, e meus pais não atendiam ao celular. Cheguei lá. A Ana, mãe da Rafa me abraçou bem firme. Chorei. Chorei muito. Chorei por tudo: Por mim, por ele, pelo susto, pela lembrança e tudo.

Como resultado, ganhei uma distensão muscular, que me fez tomar antibiótico e usar uma tala no braço, e alguns arranhões e ralados pelo corpo. Mas, por outro lado... Ganhei experiência.
Entender quem realmente importa e o que realmente importa na nossa vida, é tudo.

Valeu!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

O melhor do Brasil...

Vi na revista "Vida Simples" e gostei muito.

Estão aqui 100 coisas que nos fazem gostar do nosso país:

1 - Guimarães Rosa
2 - Cidades históricas de Minas
3 - Pão de queijo
4 - Cafézinho
5 - Padaria
6 - Piada de Português
7 - Sorriso
8 - Os trapalhões
9 - Turma da Mônica
10 - Banana (a preço de banana)

11 - Brigadeiro
12 - Feira
13 - Pastel de Feira
14 - Rapadura
15 - Tapioca
16 - Chita
17 - Festa Junina
18 - Rio São Francisco
19 - Rio Negro e Rio Solimões
20 - Cordel

21 - Cuíca
22 - Chorinho
23 - Samba
24 - MPB
25 - Carnaval
26 - Futebol da Várzea
27 - Pelé
28 - Torcida do Flamengo
29 - Ginga e Manemolência
30 - Caetano Veloso

31 - Fitinha do Senhor do Bonfim
32 - Bahia
33 - Tropicália
34 - Os novos baiano
35 - Capoeira
36 - Diversas religiões
37 - Mulata
38 - Índio
39 - Rede
40 - Programa de Índio

41 - Pão de Açúcar
42 - Oscar Niemeyer
43 - Chico Buarque
44 - Vinícius de Moraes
45 - Machado de Assis
46 - Real gabinete de Leitura
47 - Deus e o Diabo
48 - Réveillon em Copacabana
49 - Reggae em São Luís
50 - Parada Gay na av. Paulista

51 - As maiores comunidades Japonesa e Italiana fora de seus países de origem
52 - Maior bacia hidrográfica do mundo
53 - Mata Atlântica
54 - Amazônia
55 - Açaí
56 - Guaraná
57 - Tubaína
58 - Bolo de Rolo
59 - X-tudo
60 - Dogão

61 - Camisas Hering
62 - Leite de rosas
63 - Havaianas
64 - Lotação
65 - Almoço por kg
66 - Pipoca com queijo
67 - Novela
68 - Fernanda Montenegro
69 - Paulo Autran
70 - Dupla Caipira

71 - Elis e Tom
72 - Nomes compostos
73 - João Gilberto
74 - Dona Ivone Lara
75 - Padrinhos e Madrinhas
76 - Masp
77 - Hélio Oticica
78 - Aleijadinho
79 - Volpi
80 - Luiz Gonzaga

81 - Carlos Drummond de Andrade
82 - A ong "Viva Cazuza"
83 - Veríssimo
84 - Inverno no Sul
85 -Chimarrão
86 - Vinho Gaúcho
87 - Alemães no Sul
88 - Rodízio de Churrasco
89 - Churrasco na Laje
90 - Chopp

91 - Cerveja estupidamente gelada
92 - Biquíni
93 - Praia
94 - Água de coco
95 - Cachaça
96 - Caipirinha
97 - Pimenta de cheiro
98 - Farofa
99 - Baião de dois
100 - ARROZ E FEIJÃO

E aí, algo pra acrescentar?

Bjs!


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cansada, machucada, mas PLENA!

Estado de graça, é assim que me descrevo depois desse final de semana MARAVILHOSO.
Para os que não sabem, estivemos realizando o segundo "Encontro com Deus" em nossa Igreja nesse ano. Já se foram mais de 10 encontros realizados e como todos, foi tremendo.

Essa semana estou acabada. Nunca vi meu corpo tão machucado, tão cansado. Não há só uma parte que não doa. No mesmo tempo, estou muito feliz e animada. Sabe aquela sensação de plenitude? É mais ou menos isso.


É maravilhoso sentir e ver o agir d'Ele.
Ressalto que mais maravilhoso ainda é ver a mudança de vida de quem entra lá. São pessoas que olharam nos nossos olhos na Sexta-feira e disseram: "Olha, essa é a minha última saída. Se não acontecer nada aqui, eu irei me matar", e que no Domingo agradeceram a Deus por abalar suas estruturas nesses dias.

Comentários e impressões que vivi no Encontro:

- Por Deus tudo vale a pena.
- Não há nada melhor nessa vida do que a presença dEle, daquele jeito bem perto...
- Quando olhamos para a vida com a ótica de Cristo, tudo muda.
- A minha sorte Ele mudou, literalmente, diante dos meus olhos.
- Todos precisam recomeçar, sempre.
- Entendi muita coisa nesses dias...
- Ele é o autor. Aquele que pintou com perfeição a vida.
- E ainda assim, Ele insiste em nós.

Se fosse por mim, ainda estaria "estatelada" no chão daquele lugar... Só recebendo. Mas a vida segue; agora com novas promessas.

Para encerrar, só digo: Jesus Cristo está vivo e é TREMENDO!

Ps: Para quem desejar entender melhor o que eu escrevi aqui... Março está aí e estaremos lá mais uma vez.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Sobre mulheres e frutas

Não sou das mais antenadas nas ondas e últimas modas, mas vez ou outra me assusto com o que aparece por aí. A última que me impressionou foi "as mulheres frutas". Sim, porque é uma tal de Melancia, Melão, Moranguinho, Jaca, e sei lá mais o que, que me surpreende. O que mais me choca é a capacidade do ser humano de associar coisas tão simples, como frutas, à pornografia. E o pior: a falta de amor próprio dessas mulheres ao se contentar com tão pouco...

Sim, isso me choca, e me faz sentir uma saudade imensa de quando as frutas se limitavam a dar nomes à hidratantes e perfumes.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vidas Secas Humanas


Minha proposta de vida é alcançar um elevado objetivo: tornar-me humana, humanizar-me. Desafios são tarefas árduas, requerem trajetórias, não comportam imediatismos, apresentam obstáculos. Enfrento uma peleja diária com o feroz inimigo da minh’alma: eu mesmo.

Caminhos são estreitos. Na Biologia, somos classificados como pertencentes a espécie do homo sapiens, embora a tendência é a da desumanização do ser. Afastar do que é humano gera um processo de degradação, quer seja manifestar a animalização ou almejar a divinização do homem.

Graciliano Ramos escreveu a clássica obra “Vidas Secas”. Na paisagem do sertão nordestino, o autor descreve a decadência humana diante da pobreza, uma identidade deturpada. Fabiano, juntamente com sua família, são caracterizados como animais: falam pouco, resmungam, brigam, xingam, sobrevivem. Uma integrante do lar considerada a mais humana, solidária e sensível dentre todos, é a cachorra Baleia. A narrativa enfatiza a inversão das naturezas entre homens e animais.

As descrições no conto O lixo, de Suênio Trindade Alves, se assemelham quanto às indagações, afirmações e dúvidas de Fabiano, personagem de Graciliano. Este, no mesmo instante que afirma ser um homem, quando volta a olhar sua realidade, corrige dizendo: “Você é um bicho, Fabiano”. Aquela criatura, em algum momento se confunde com suas atitudes apresentadas pela bruta vida.

Opondo-se, também há algo perigoso e descaraterizador de indivíduos. Achar-se ser um "deus" e detentor de todo poder, cria-se uma distância da verdadeira identidade. Como ilustração, podemos citar o filme “Todo Poderoso”, encenado por Jim Carrey, no qual o jornalista Bruce Nolan, chateado com a vida passa a resmungar com Deus e este lhe oferece os poderes eternos. Por fim, Bruce admite que ser Deus não é facil e está visivelmente patente que ele se utilizou das prerrogativas metafísicas somente para a satisfação de seu ego.

A religião é propícia para tal questão. Ela sempre estimulou os homens a buscar ser o “Ser”, atingir a perfeição, ter o poder, divinizar-se. Evangélicos, mais do que nunca, montam um discurso triunfalista, arrogante e autoritário. Na história da igreja é perceptível que, vários conflitos entre determinados povos e nações se deu através do argumento religioso. Podemos citar, por exemplo, a Ruanda entre hutus e tutsis, as Cruzadas (cristãos e muçulmanos), a França com os Huguenotes (calvinistas), a Irlanda entre católicos e protestantes, a guerra santa do século XXI.

Ainda existem brigas para alcançar a religião, a doutrina e a teologia perfeita, para ser o próximo integrante do rol de membros dos bilionários do mundo, para se elevar diante das pessoas e desprezá-las, para ter o controle do mundo e o futuro nas mãos, para possuir cargos, posições, reconhecimento público e fama. A lógica do narcisismo invade e é permeada por toda a história humana.

Estou confusa: Há distinção entre o que é animalizado e endeusado? Parecem que ambos se fundem. Ando numa linha tênue, na corda bamba do alto de edifícios. Equilibro para não ser tentado nas secas vidas humanas. Preciso de pessoas, pois quando tropeçar, existem vidas que não me deixarão sucumbir no abismo da prepotência ou do vazio existencial, e vice-versa, até que juntos, alcancemos o alvo que nos inspira: ser exemplos de humanidade.

Pensem aí.
Beijos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A minha visão sobre o livro "O Diabo veste Prada"

É uma pena tirar daqui algo tão valioso quanto o som do Ju e do Guty. (Álias, tô com saudades demais. Desde Barra do Piraí, não nos vimos mais. Tô precisando dar uma passada no Appaloosa, ou no Cana, pra deixar um beijo bem básico. Amo vocês, criaturinhas dóceis!).

Mas, se for pra colocar algo bem bacana também, estou aqui. Voltemos ao princípio: Estive conversando com a Julie sobre a nova ditadura sobre ser e parecer ser, e aí, citamos o livro e o filme "O Diabo veste Prada", de Lauren Weisberger e David Frankel respectivamente.



E aí, tirei minhas conclusões.

Pra quem nunca viu esse texto, está aqui.



"Minha análise sobre o livro O Diabo veste Prada".

Sapatos, bolsas, saias, blusas, vestidos e maquiagem. Tudo isso faz parte de um universo comum às mulheres, independente da classe social, idade ou intensidade. Aliando esses itens a marcas poderosíssimas, mulheres belíssimas (e magras) e um mundo de muito glamour, cria-se um poderoso imaginário de perfeição e ideal. Entretanto, o livro e o filme homônimo O Diabo veste Prada abordam um lado interessante dessa dinâmica quase ditatorial: qual a importância desses itens no cotidiano de uma pessoa? Qual o limite de uma aspiração profissional? Duas boas perguntas.

Para quem assistiu ao filme, o livro é bem diferente. Não há nenhuma conspiração para a saída de Miranda Priestly da revista Runaway e o desligamento da heroína é motivado por um acidente quase fatal com sua melhor amiga Lily (que no livro é alcoólatra), enquanto Andrea está na estonteante Paris. Ah! E o final de Andy não é no The New Yorker com o aval e recomendação da ex-chefe, mas sim à caminho do mesmo prédio Elias Clark, em Manhattan, rumo a uma entrevista na revista Buzz. Um final certamente menos glamouroso do que o do longa-metragem, que certamente é mais atraente para um filme que pretende deixar todos com aquele desejo de revanche da chefe má. Entretanto, a essência é a mesma e os questionamentos permanecem.

Como uma boa devoradora de livros, li as quase 500 páginas em uma semana, entre uma parada no trânsito, intervalo do almoço, antes da aula e até nos plantões. E recomendo: o livro é realmente bom. Bem escrito e com narrativa agradável e atraente, é daqueles tipos que nem dá vontade de soltar, para ver logo como acaba a história. O problema é que durante a leitura, quando eu menos esperava, me vi completamente influenciada pela neura de Andrea Sachs! Relaxa, Bruna. Não há nenhuma Miranda por aqui!

Realmente acredito que para ter reconhecimento, sucesso, entre outras coisas no mundo profissional é preciso de dedicação, esforço e sacrifício. Entretanto, até que ponto? A que preço? E o que se está disposto a sacrificar? No caso da heroína da história, passo a passo, ela foi se modificando até ser confrontada com o seu pior: estava se tornando um reflexo daquilo que repudiava. Claro que visualmente falando a mudança foi, sem dúvidas, bem positiva, mas ela não aconteceu porque esse era um desejo da personagem. Andrea só passou a se vestir com o melhor do mundinho fashion e da alta costura para se adequar àquele meio e se tornar então socialmente aceitável. Tanto, que ao final da história, para se "exorcisar" do um ano de escravidão (e muita humilhação) na revista - como ela mesma denomina, a antiga assistente da mulher mais temida da moda, se livra das roupas, sapatos entre outros "bens" adquiridos durante a experiência vivida. No filme, a boazinha Andy os dá de presente a ex-colega de trabalho "Emily", enquanto no livro ela vende tudo por praticamente U$40.000,00. Fico com a segunda opção!

As minhas pergunta são: Por que existem Mirandas Priestlys que se tornam padrões? Por que esse seria um emprego pelo qual milhares dariam a vida? E por que o que as revistas dizem que é belo se torna moda e a maioria simplesmente aceita? Vivemos em um mundo que dita o perfeito ao lado do efêmero. E ai daquele que não acompanhar.

Em meio a tantas questões, as palavras de ordem continuam sendo: bom senso. Seja ele para chefes, subordinados, ou aspirantes. E no mais, bom trabalho!

E pra quem ainda não assistiu, é uma ótima dica para o final de semana.

Beijos.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

E ouvindo uns cd's...

Dei de cara com o Cd do Julinho Marassi e do Gutemberg. E como fazia um tempo que não escutava, decidi colocá-lo pra tocar...

E, como realmente os caras tocam e cantam muito, e que eu gosto muito de uma música deles, decidi também colocar a letra aqui. Além do que, a profª Gi pediu pra colocar já faz um tempão.

Aos meu heróis

Faz muito tempo que eu não escrevo nada
Acho que foi porque a TV ficou ligada
Me esqueci que devo achar uma saída
E usar palavras pra mudar a sua vida

Quero fazer uma canção mais delicada
Sem criticar, sem agredir, sem dar pancada
Mas não consigo concordar com esse sistema,
E quero abrir sua cabeça pro meu tema

Que fique claro a juventude não tem culpa
É o "eletronic" fundindo a sua cuca
Eu também gosto de dançar o pancadão
Mas é saudável te dar outra opção

Os meus heróis
Estão calados nessa hora,
Pois já fizeram e escreveram sua história
Devagarinho eu vou achando o meu espaço
Mas não me esqueço das riquezas do passado:

Eu quero "a benção" de Vinícius de Morais
O Belchior cantando "Como nossos Pais"
E "se eu quiser falar" com Gil sobre o Flamengo
"O que será" que o nosso Chico tá escrevendo?
Aquelas "Rosas" já "não falam" de Cartola
E do Cazuza "te pegando na escola"
Tô com saudades de Jobim com seu piano
E Fábio Júnior com seus "vinte e poucos anos",
Se o Renato teve o seu "tempo perdido"
O rei Roberto, "outra vez" o mais querido
A "agonia" do Oswaldo Montenegro,
ao ver que a porta, já não tem mais nem segredo.
Ter tido a "sorte" de escutar o Taiguara
E "Madalena" de Ivan Lins, beleza rara
Ver a "Morena Tropicana" do Alceu
Marisa Monte me dizendo "Beija eu"

Beija eu, beija eu, deixa que eu seja eu...

O Zé Rodrigues em sua "casa no campo",
Levou Geraldo pra cantar num "dia branco"
No "chão de giz" do Zé Ramalho eu escrevi
Eu vi Lulu, Ben Jorge, Tim Maia, e Rita Lee
Pedir ao Beto o "novo sol de primavera"
Ver o Toquinho retocando a "Aquarela"
Ouvir o Milton "lá no clube da esquina"
Cantando ao lado da rainha, Elis Regina
Quero "sem lenço e documento" Caetano,
O Djavan mostrando a cor do "oceano"
Vou "caminhando e cantando" com Vandré
E a outra vida Gonzaguinha, "o que é?"
Atenção DJ, faça a sua parte
Não copie os outros
Seja mais smart
Na rádio ou na pista mude a sequência
Mexa com as pessoas e com a consciência
Se você não toca, letra inteligente
Fica dominada e limitada a mente
Faça refletir, DJ não se esqueça
Mexa com o "popozão"
Mas também a cabeça...
Muito boa a música, né?
O vídeo tá aqui embaixo, pra quem quiser curtir:


Beijos pra todos!

PS: A formatação do blogspot é péssima!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sagarana - Assisti e comentei

Será que Manuel Fulô enfrentará Targino?

Essa é a pergunta que você se faz enquanto assiste a peça teatral "Corpo Fechado" - Um dos contos do livro "Sagarana" de Guimarães Rosa.

A história é simples: O médico de Laginha vivido por Rogério Costa, é convidado por Manuel Fulô, interpretado por Ronald Liano, para ser seu padrinho de casamento. O fato é que Manuel é um sujeitinho que faz muito descaso de qualquer tipo de trabalho, e em meio à algumas rodas de cervejas, conta para o médico suas histórias e sobre os valentões da cidade.

E aí, se desenrola a história. Manuel conta para o doutor suas trapaças pela vida, em busca de seus gostos e desejos, e por fim, mata o Targino numa briga.

Até aí, o expectador fica atento as palavras de Manuel, e em pouco tempo, o que era Corpo fechado, vira "Sarapalha"; E aí, você encontra primo Ribeiro e primo Argemiro.

Nesse conto, Guimarães Rosa mostra a situação de duas pessoas com malária, que moram num local onde seus habitantes já foram dizimados pela doença. E, além de sofrer da doença, ambos sofrem de amor: Um por ter perdido a mulher para outro homem, e o outro por não conseguir confessar seu amor pela mulher do primo querido.

"Onde está Luísa? Por onde anda?"

Bom, em primeiro lugar gostaria de parabenizar Ronald e Rogério por interpretações tão intensas, belas e memoráveis! A interpretação dos dois é um bom exemplo de que o Brasil tem sim grandes atores, e que consegue fazer adaptações de espetáculos consagrados tão boas quanto as originais.

E pra encerrar, digo: É incrível ver como contos escritos não se perdem ao longo dos anos. Como tudo o que Guimarães escreveu em seu tempo ilustre, nos alcança atualmente. Como a escrita consegue nos transportar para dimensões totalmente distantes dos parâmetros que vivemos.

E no mais, bom espetáculo!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O aniversário da Claudiane...

É... dia 08/09 é aniversário de uma amiga que é muito importante na minha vida.

Quando a Claudiane (Clau, Crau, Clovis, Clotilde, Clo, bobacrau e etc), começou a ir à igreja, eu não gostava dela não. Era torta, e ainda por cima, era a melhor amiga de alguém que eu gostava muito... Aí, já sabe né: Não ia com a cara dela.

Mas, o tempo foi passando e Deus foi moldando o caráter daquela menininha, que parecia ser tão durona, e tão cheia de certeza. Deus quebrou, mudou, limpou, e a fez melhor do que ela já era, mas não sabia.

Hoje, a Claudiane é uma benção. É maravilhoso ver Deus usar a vida dela da forma como Ele quer. É maravilhoso ver alguém que se dispõe a servir ao Senhor, sem medir esforços.

Hoje, a Claudiane é um doce. Um doce que fez minha vida saborosa em vários momentos. Já me emprestou a cama, as irmãs, a família, o travesseiro, os amigos e amigas. Já me emprestou os ouvidos, os braços, os sorrisos, o colinho. E é por isso que eu a amo tanto: Porque ela sabe fazer diferença com muito pouco.

Tudo de lindo pra você, Crauzinha! Já sabes: Te amo, e é com força.

(E já sabe: Pode contar comigo, até de ponta cabeça).

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Um dia com um grande sol...

A primeira vez que o vi, éramos bem novos. O via nos eventos da Igreja, nos retiros, nos cultos, nas vigílias, nas idas e vindas de Paraibuna e São José.

Foi assim que aos poucos me apaixonei pelo Anderson, que por coincidência, foi parar no mesmo retiro que eu: O retiro de Inverno na Rosa de Saron. E, sabe aquela história de "estar nas nuvens?", pois é. Lá estava eu. Trocamos poucas palavras, alguns sorrisos, e só depois de algumas semanas é que ele passou a ser meu amigo. Até então, eu sustentava suspiros silenciosos por ele.

Aí, em meio a tantas conversas no Msn, cultos, arraial, e saídas ao shopping, ele me escolheu pra ser sua namorada.

Hoje, depois de UM ano junto, ao olhar pra trás podemos ver as coisas que vivemos. Alegrias, tristezas, lágrimas, sorrisos, abraços, distância, aprendizado e companheirismo. De uma forma dura descobrimos que os planos de Deus são mais elevados que os nossos. Aprendemos que quando estamos juntos é como se o mundo parasse, como se tudo estivesse completo, estamos em casa. Não há pessoa melhor, companhia mais agradável, sorriso mais lindo, casos mais engraçados, abraço mais aconchegante, palavras mais doces. Com ele me sinto plena. Ele é o melhor de Deus para mim. Convicção: essa é a palavra.

E agora, aqui estão algumas fotos, que mostram um pouquinho de tudo...
Nós dois, na primeira foto que tiramos juntos.

Ele participando de um momento especial pra mim...


Nossa aliança

Enfim, ontem o dia foi lindo e ensolarado. Essa foi a forma que Deus escolheu de mostrar que está conosco.
E nesse UM ANO, eu tenho só UMA frase pra dizer: Amo você, Anderson!


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Graça X Juízo X Informação

Dia desses ouvi algo realmente fenomenal. Fantástico e simples.
A questão envolve três conceitos básicos: a Informação, a Graça e o Juízo. Em tempos de overdose de informações de tudo quanto é jeito, todos acabam achando que sabem demais e querendo saber mais ainda. E é aí que entra os outros dois conceitos. Em qual período você está? Na Graça ou no Juízo?
Se você está no Juízo, você se sentirá no direito de querer se informar ao máximo a fim de definir um "lado", de encontrar o certo e o errado. Sim, você pode usar uma série de desculpas interessantes e até justificáveis para ir cada vez mais fundo em assuntos que simplesmente não te dizem respeito. Como já diz o pensador Etzione, informação é poder. Então eu me pergunto: para que desejar esse poder? Para emitir juízo de valor?
Se você está na Graça, a ânsia pela informação perde sua importância, aliás, ela encontra o lugar devido. O olhar movido pela Graça tira o outro do foco. A Graça traz identificação, amor e não julgamento. A Graça desfaz o orgulho impiedoso do Juízo e traz respostas poderosas à perguntas que não querem calar. Se o Juízo pergunta: "Você ficou sabendo?". A Graça responde: "Não. E nem quero. Não me diz respeito".
O Juízo é cruel. A Graça é perdão. O Juízo mata. A Graça traz vida. O Juízo aprisiona. A Graça liberta.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Quem subirá ao monte do Senhor?

O meu final de semana foi exaustante e edificante. Nesses dias, estive no espaço Cassiano Ricardo em São José dos Campos/SP, participando de uma conferência de três dias com o pastor Yossef Akiva.

O evento foi marcado pela presença de mais de duas mil pessoas, que estavam lá com um objetivo único: Adorá-Lo. Aproveito para parabenizar a Igreja do Evangelho Quadrangular do Vale do Paraíba, por realizar um trabalho de tão grande porte.

Todas as mensagens falaram profundamente ao meu coração. Mas aí, aconteceu algo que me mostrou que Deus realmente é criativo e fala conosco quando nós menos esperamos...

Sexta Feira, passei por uma luta inigualável contra a própria vontade da minha carne. E quão intensa foi essa luta! E aí, na madrugada de Sexta para Sábado, em meio as lágrimas e em meio a dor, peguei minha Bíblia em pedi para Deus que falasse comigo...

"Quem subirá ao monte do Senhor? Quem estará no seu santo lugar? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega sua alma à vaidade, e nem julga enganosamente." (Salmos 24: 3 e 4)

Eu realmente gostaria de escrever aqui tudo o que está se passando em minha mente, ou em meu coração, mas é impossível. Ainda não digeri tudo o que o Senhor está me ensinando nesse processo, e sei que irei sair dele bem mais madura, bem melhor e maior.

Então, assim como tenho me desafiado atualmente, lanço pra você também esse desafio: Santifique-se! Pague o preço de servir a Deus! Esmurre sua carne! Humilhe-se! E finalmente: Receba a Coroa da Vida Eterna!

Escreva Senhor em meu coração: Santidade ao Senhor!
Escreva Senhor em meus pensamentos: Santidade ao Senhor!
Escreva Senhor em meu querer: Santidade ao Senhor!
Escreva Senhor em minha história: Santidade ao Senhor!

Bjs pra todos!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Pérolas!


Mais uma pérola!


"O evangelho no Brasil tem quilometros de extensão e centímetros de profundidade".

Essa foi do Pr. Gustavo Bessa durante uma pregação em Israel.
Ele falava sobre as maravilhas do mundo cristão brasileiro e a facilidade das pessoas se converterem por aqui (enquanto ele contava, a audiência composta por árabes, africanos e orientais vindos de países onde pregar Cristo leva à morte, aplaudiam).
Porém, ao mesmo tempo que a Palavra é aceita facilmente, muitos desistem e se perdem ao longo do caminho, criando um grande grupo dos chamados desviados (nisso o público ficou mudo).
Por que isso acontece? Uma resposta provável é exatamente a pérola escrita acima.

Concordo com o pastor e ainda acrescento algumas hipóteses. O evangelho é tão farto no Brasil que as pessoas tem aquela visão "quando eu ficar mais velho, eu converto". Talvez uma perseguiçãozinha fizesse bem aos meus conterrâneos.

Outra hipótese: a nossa imaturidade como cristãos (e os centímetros de profundidade) nos fazem olhar mais para os homens do que para Deus. Muitas vezes Jesus é culpado pelas decepções que outros nos causam. Aí pronto! Uma boa justificativa para o esfriamento da fé.

Mas a minha hipótese favorita: quem se desvia é porque realmente nunca conheceu a Cristo. Não que a vida longe dos padrões cristãos seja ruim, porque definitivamente não é (quem diz o contrário está mentindo!). Mas conhecer o Verdadeiro Amor é tão maravilhoso, que qualquer outra coisa se torna infinitamente menor. O problema, é que para realmente conhecer o Autor e Consumador da fé é preciso muito mais do que centímetros de conhecimento. É preciso se aprofundar a medida que a caminhada é iniciada. É preciso relacionamento, tempo e paciência.

Enfim... Continuo caminhando.

Bjs!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Pérolas!

"Quem define quem é meu irmão, é meu Pai e não sou eu".

Quem disse essa frase, foi o Pr. Márcio Valadão, em meio a uma reunião do Dt e eu fiquei com ela na cabeça. E aí, a associei com uma coisa que me aconteceu esses dias.

Eu conheço muita gente de igrejas diferenciadas. Isso é fato. Mas, não são com todos que me relaciono da forma como gostaria. Sempre fui defensora de que é muito fácil socializarmos na Igreja, mas Jesus Cristo foi muito claro quando disse que entre os irmãos da igreja, deveria haver comunhão.

Tenho grande apreço pelo povo de Deus. Sim, já me magoei, já me causaram feridas, mas acima de tudo, eu faço parte do corpo de Cristo, que é a igreja. Então, não me resta dúvidas, pois... Como alguém pode não amar as pessoas que fazem parte do corpo junto consigo mesmo? É simplesmente impossível.

Essa frase do Pastor me fez chegar à duas conclusões:

1- Há muito preconceito dentro da Igreja. Ás vezes, a gente nem cumprimenta visitantes, porque o nível social dele é menor ou maior que o nosso. Ás vezes, a gente nem olha pra aquele irmão que está dentro da igreja há anos e muitas vezes nem sabemos seu nome. Enfim: O pré-conceito tá aí, e é uma grande falha da Igreja. (Isso, é pra mim também).

2- Eu não tenho culpa de me dar bem com umas pessoas, mais do que as outras. Acho que aí entra uma outra deficiência da Igreja. O julgamento. Por exemplo: Tenho uma amiga muito especial na Igreja Quadrangular, a Rafaela. Nós duas, conversamos com todos, falamos sobre qualquer assunto que nos é questionado, mas na hora de escolher uma dupla, obviamente, eu escolheria a Rafa e vice-versa, por causa do quesito afinidade. E aí entra o problema. Muita gente acha que isso é errado, é panela.

Sei que a Igreja ainda está cheia de rugas (Infelizmente me incluo nessa), e também não vejo uma vontade de melhorar. Mas, isso é realmente um problema a se pensar. Eu quero pensar nele, e mudá-lo.

Enquanto isso não ocorre, tento não ser preconceituosa com novas amizades e novos rostinhos na Igreja, e curto a benção da amizade, agradecendo a Deus por pessoas MARAVILHOSAS que Ele tem colocado ao meu lado.


Enfim, é isso.

Bjs!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Uma conversa preciosa...

O Dani é meu amigo há algum tempo. E no meio desse tempo, eu aprendi a amá-lo, admirá-lo e compreender o por quê Deus fez os amigos.

Eu e o Dani não temos muitos segredos, a gente se conhece íntimamente. Sei o que ele tá sentindo só pela colocação das palavras em meio a uma conversa pelo Msn. Eu conheço a voz dele.

Nesses dias de conversa, já ri, já chorei, já tive raiva, já amei, já quis matá-lo (Devido seus sermões), já quis ir conhecê-lo. (Sim, a gente sustenta uma amizade virtualmente há 1 ano!!), e aí... Aprendi: Deus coloca as pessoas nos lugares certos, nas horas certas para nos abençoar!

Dani, você é precioso! Sei que ás vezes, temos a impressão de que algumas coisas irão nos separar do amor do nosso Pai, e que não seremos capazes de "virar a página", mas também sei que dentro de você mora um homem de uma personalidade incrível e forte.

Quando penso na nossa última conversa, lembro da história de Gideão.

Ele estava lá, malhando o trigo, quando Deus o chamou. Ele disse para Deus que não poderia cumprir seu chamado, porque era muito pequeno, o menor da casa do pai, e era integrante da família mais pobre. Em suma: Ele arrumou milhares de desculpas para não cumprir. Havia medo no coração de Gideão. E aí, o que Deus falou? Seja forte e corajoso!

Dan, Deus quer que você seja forte e corajoso! Tão corajoso quanto Gideão. Tão corajoso quanto Jesus, no Getsemani. Sabe por que? Porque a MESMA força que estava com todos os personagens bíblicos, está com você. A força do Pai.

E, pra encerrar a conversa.. O Dani disse uma pérola: "Opa, Brunninha também é cultura espiritual!"

Enfim: Porque daí, Deus coloca as pessoas na vida da gente, e a gente não entende o porquê...

(a foto é só pra demonstrar o quão palhaço ele é... rs!)

Bjs!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

O Teu amor

Ouvi as canções novas do CD do DT, e amei todas elas... Mas uma em especial chamou minha atenção: O Teu amor. A música fala que ele é mais forte do que a dor, maior que o meu pecado, vai mais além do que eu possa imaginar... Até aí nada que você nunca tenha ouvido antes... Mas aí entrou a fala da Ana sobre conseguir amar quem parece não ser possível: assassinos, pessoas que estão presas, quem ninguém quer tocar, etc.


Fiquei pensando e fui um pouco mais longe: sou capaz de amar quem me decepciona? Sou capaz de perdoar quem me fere? Consigo amar aquele líder que pecou? Consigo perdoar quem me feriu intencionalmente? Dou conta de voltar a admirar quem pisou na bola? Consigo dar uma segunda chance para quem caiu? Consigo não expor ainda mais a ferida descoberta do meu irmão?

Pode ser que nem sempre a minha resposta seja positiva à essas perguntas, mas a de Jesus é simplesmente a mesma: SIM. Ele sempre oferece amor, perdão, aceitação, segundas, terceiras, quartas chances...

Então, se Ele que é TUDO consegue, por que então nem sempre nós conseguimos? Nos achamos superiores ao Criador? Nos achamos mais justos do que Deus? Nos achamos com o direito de julgar e punir? Por que ao invés de estender a mão, insistimos em acusar, apontar o dedo, ajudar a condenar ainda mais?

Não tenho uma resposta definitiva, mas tenho pensado muito sobre isso. Aí entra a canção novamente. Precisamos aprender a olhar com os olhos de Cristo e a amar com o amor que vem dEle. Nós fomos alcançados por esse amor inexplicável, somente pela graça, e precisamos aprender a ser mais graciosos com os outros. Eu quero aprender.



O vídeo da canção tá aí!




Bjs!

sábado, 28 de junho de 2008

Hoje é o dia do meu pai!


É... Pai é pai e ponto.
Hoje é o aniversário do homem que mais me marcou ao longo de toda a minha vida. Ele me ensinou muitas coisas, desde coisas importantes como a nossa posição em relação a vida, como respeitar, como estudar, como ser uma pessoa melhor, até brincadeirinhas e musiquinhas engraçadas. (Au au au ligui hul - ligui hey...)
Bom, tudo o que sou é resultado da busca contínua dele em me dar o melhor, ou dar aquilo que ele não teve.
Ele me ensina dia-após-dia que respeito e confiança se conquistam, e que eu devo sempre surpreender.
Ele é o homem que mais me intriga. Que mais me ensina. Alguém que tenho como exemplo. Aquele que fez parte do meu passado, faz parte do meu presente, e concerteza fará parte do meu futuro.
Francisco Vichi de Souza - Meu papai.
Feliz Aniversário!
"Happy Bday to you, happy bday to you, happy bday my daddy, happy bday to you!!"

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Hoje é o dia do Fael!


Hoje é o dia do Fael.
Nem acredito que são 19 anos do meu parceiro.
Nesses anos todos juntos, a gente já brigou, já chingou, já odiou, já chorou, já quis matar, já correu pra pegar o controle, já brincamos muito, já assistimos muitos desenhos, já pedimos inúmeras desculpas, já rimos muito, já viajamos, e eu cheguei a uma conclusão: Não importa o quanto você brigue com seu irmão, você sempre vai amá-lo e precisar dele por perto.

Fael, feliz niver!


Bjs pra todos!

domingo, 22 de junho de 2008

Você já ouviu falar do Passion?


Um amigo me falou sobre esse movimento americano que tem o objetivo de levar o Evangelho às universidades, com a missão de fazer Jesus famoso nas nações.
Eles já fizeram algumas turnês pelo Brasil. Vieram direto da Suécia e daqui saíriam para a Uganda.

Jesus Cristo é extremamente criativo e Ele tem um plano para todos: universitários, casais, crianças, homens, mulheres, executivos, adolescentes.

O Passion acredita ter uma vocação para lembrar os universitários que eles têm o poder para mudar o mundo adorando, mas agindo no dia a dia, vivendo como bons cristãos. Para isso eles trabalham com excelência.

Então a primeira conclusão que deixo é essa: não importa qual o seu chamado, faça-o valer à pena e faça com qualidade!

A segunda é que Deus é único, mas as pessoas são diferentes e a forma como Ele age também não é a mesma. É preciso saber que Cristo pode se mover no meio da multidão, mas também dentro de um carro. É preciso reconhecer a voz dEle através da palavra de um líder, de uma música ou do silêncio. Ele sempre fala conosco, o problema é que às vezes não paramos para ouvi-lo.

Procurei um vídeo legal do Passion pra colocar aqui, e me deparei com o Glorious...
Quer saber por quê?

1- A música é linda.
2- O Chris Tomlin e a Christy Nockels cantam muito.
3- A batida da música é muito boa.
4- O recurso cênico que eles usam é demais. Simples e objetivo. O tecido subindo deixa claro uma coisa: ao adorar perde-se completamente a importância olhar para quem está a frente. Basta contemplar o "Glorioso".
5- A criatividade usada no "Reino" me emociona.


sexta-feira, 20 de junho de 2008

O amor PARTICULAR dEle.

"Não somos dignos do Seu amor. Não merecemos tanto favor. JESUS, que amor é esse?"

Deus me pegou de jeito hoje. Estava dando uma voltinha pelo Youtube, e caí nesse vídeo aí de baixo. Quem somos nós pra Deus pensar em nos agradar? Ás vezes nós nos afastamos tanto de Deus... Nos vemos em situações tão difíceis, procuramos resolver nossos problemas mas... A inexistência de Deus em nós, nos deixa cada vez mais pra baixo.
Deus tem um amor PARTICULAR dEle. É impossível falar de amor, sem lembrar do sacrifício de Jesus na cruz, por nós. Nós sempre lembramos do sacrifício na igreja, nas canções, mas... Será que temos lembrado desse sacrifício dolorido diariamente, momento a momento? Jesus não poupou sua vida... E essa não era sua função. Será que temos poupado nossa vida? Amor... Ah Jesus! Como esse amor é precioso! Como é maravilhoso! Como aquece... Apesar dos meus erros, pecados... Porque VOCÊ ama... Você Pai, sonhou tanto comigo... Fez planos para nós dois, me deu o Seu sopro de vida... Mas... Quantas vezes eu tenho magoado seu coração?
Ah Pai!! Me perdoa... Eu sei que tenho errado, mas... Me deixa ficar um pouquinho assentada com você?

Bom, o vídeo tá aí. O cantor Dennis Jerningan canta em inglês e a Ana Paula faz a tradução. Vale a pena.


Pense sobre o amor de Deus por você. Será que você tem mostrado o mesmo amor?



domingo, 15 de junho de 2008

Coisas que se aprende...

... Um dia a gente cresce. É, cresce de estatura.
Todos nós passamos por fases em nossas vidas. Bebês, crianças, jovens, adultos, idosos... Esse é o nosso ciclo vital.
Mas aí, durante essas fases, nós evoluímos. Porque crescer é ficar maior, evoluir é ficar melhor.
E ah, como dói ficar melhor.

Há alguns bons anos atrás, Jesus estava no Templo ensinando o povo que o cercava com sede de aprendizado, quando alguns escribas e fariseus trouxeram até Ele uma mulher que fora apanhada em adultério e que de acordo com a lei de Moisés, deveria ser apedrejada até a morte.
Tomo a liberdade de tentar imaginar como aquela mulher deveria estar sendo humilhada. Imagine-se sendo arrastada no Templo (que era extremamente santo), acredito que semi-nua (uma vez em que ela foi "PEGA" em adultério), diante dos olhares de julgamento de todos aqueles homens, aguardando uma palavra que saíria da boca de Jesus, palavras que teriam poder de fazer viver e morrer.
E Jesus, agachado ao chão, escrevia com o dedo.
Acredito que aqueles segundos eram cruciais para aquela mulher. Imagino seu desespero por entender o que Ele escrevia naquele chão de terra. Seria uma condenação? Um julgamento? Uma pena de morte, ou algo pior? Era simplesmente impossível de entender.
"Aquele que não tiver pecado, que atire a primeira pedra".
Sim, foi isso o que Ele disse. E pouco a pouco, aqueles homens foram se retirando, retirando...
-Mulher, onde estão seus acusadores?
A ânsia de olhar ao redor e não ver ninguém fora como um grito de liberdade! Em poucos segundos onde essa mulher caminhou pelo vale da sombra da morte, Jesus estava lá. E, com uma escrita qualquer ao chão, Ele selou o destino daquela mulher.
-Não há acusador nenhum, Mestre.
-NEM EU TÃO POUCO LHE CONDENO... VÁ E NÃO PEQUES MAIS!

Que as palavras de Jesus eram sábias, é fato. Mas... Coloco-me no lugar dessa mulher.
Talvez não use os ensinamentos de hoje para hoje. Mas, sei que eles servirão para alguém um dia.
Estou tentando entender o que Jesus está escrevendo nas areias da minha vida. Tornar-me melhor? Parecer-me mais com Ele?
O que Jesus têm escrito para sua vida? O que Ele tem dito sobre você?

Uma coisa eu sei: Não importa a situação em qual nos encontramos... Ele sempre escreverá na areia, e por mais que não venhamos a entender, Ele irá se levantar e dizer: NEM EU TÃO POUCO LHE CONDENO... VÁ E NÃO PEQUES MAIS.

sábado, 14 de junho de 2008

Dia dos Namorados...


DIA DOS NAMORADOS merece post, né. Mas esse não será uma super homenagem ou declaração de amor.
Quando penso sobre estar ao lado de alguém, meus pensamentos não são exclusivamente direcionados ao outro. O cara pode ser tudo o que você sonhou, mas se ao lado dele você se sente o pior ser do mundo, então será que vale?
Estar junto não se limita a estar com alguém, mas passa por quem você se torna ao estar ao seu lado.
Já viu pessoas super extrovertidas se anularem? Já viu gente sonhadora sofrer ao abrir mão de seus objetivos? Já viu alguém tímido se esforçar ao extremo para se tornar comunicativo?
Não se trata apenas de amar o outro, mas de se amar. Sim, o amor é altruísta, mas não pode ser invasivo e muito menos destrutivo.
A vida é feita de adaptações, mas existe algo que não se pode abrir mão: a essência. Se para estar ao lado de uma pessoa é necessário mudar quem realmente se é, então será que vale?
O fato é que é muito fácil mudar para conquistar, difícil é permanecer sem sentir saudades de quem se é verdadeiramente. Não estou falando de continuar o mesmo para sempre (até porque isso é impossível), mas sim da motivação que gera a mudança. Se a adaptação acontece para ser aceito ou estar ao lado de alguém, dificilmente ela se manterá. Uma hora a essência grita.

Então, ame, mas não se esqueça de se amar primeiro. Reflita: você gosta de quem você é ao lado de quem escolheu? Se a resposta for sim, vá em frente, mas se for não, talvez seja hora de repensar. Não existe um ser perfeito universal, mas há aquele que é perfeito para você. Aquele que te ama da forma como você é e que te faz ter a convicção de que, com toda certeza, você é a pessoa mais sortuda do mundo todo.

Eu e o Anderson temos uma história. Entre idas e vindas já brigamos muito, já discordamos, já fizemos as pazes rindo e chorando, conhecemos o melhor e o pior de cada um. Já morremos de ciúmes e nos sentimos inseguros. Ele tem vários defeitos que já me fizeram achar que talvez houvesse alguém melhor, e eu tenho outros milhares que o levaram a questionar se o nosso relacionamento valia a pena. Porém, as qualidade, as afinidades, as virtudes, os sentimentos, são infinitamente maiores. Foi aí que cheguei a um ponto crucial: o amo profundamente por quem ele é, e amo ser quem sou ao seu lado. Amo o casal que somos. Amo a nossa história. Amo a amizade que desenvolvemos. Amo os nossos sonhos e os nossos projetos. Amo o nosso dia a dia e os momentos especiais. E principalmente: amo a mulher que ele me faz ser.
E para terminar esse post, encerro com uma frase dita pelo Tio Renato, o pai da Pri, nas nossas conversas: "O mundo tem mil namorados para vocês, mas Deus tem um só."
Pense nisso.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Pensando...


"Bruna, você é cabeça fechada, irônica, dona da verdade..."

Quem também acha isso, diz aí no comentário. Pode até falar mais.
Como eu disse: "Quando eu tenho que ser boa, eu sou. Quando tenho que ser mal ..." ...

"É Bruna, eu sei disso". Rafaela

Comentem, comentem e comentem.

(Ps: Nana, eu sei que havia prometido a crítica do filme, mas num teve como. PERDOE-ME!)

Depois de tanto tempo...

Acho que eu estava com uma pseudo-férias desse blog! Mas, como dizem por aí, "Tudo o que é vivo, um dia aparece", cá estou.

Os dias tem sido corrido:

1- Feriado prolongado = Saída com a Rafa
2- Batismo de Paraibuna
3- Teatro: "O Fantástico Mistério de Feiurinha".
4- Compromissos com a Igreja
5- Melhoria nas minhas notas.

Minha felicidade é que consegui completar tudo isso com exito.
Pra comprovar isso, estão aí algumas fotos.



(Eu e a Rafa, nas Lojas Americanas)



(Celi, Eu e a Ondina no dia do Batismo)
(Fim da Apresentação do Teatro)

Bom, é isso!
Tô de volta. (Pelo menos por enquanto)
(Ps: No próximo Post, vou falar sobre o filme "Treinando o Papai", que assisti com a Rafa no feriado, no cinema)


terça-feira, 29 de abril de 2008

Miss Saigon - Assisti e comentei.

Quem vai ser a Miss Saigon? Essa frase é a pergunta que as prostitutas vietnamitas cantam no bordel e que acaba selando o destino da personagem Kim. A jovem camponesa é retirada de sua família durante a guerra com os Estados Unidos e é então jogada em um prostíbulo pelo cafetão “Engenheiro”. Em sua primeira noite, o encontro com o soldado Chris, muda sua história. Em uma grande loteria, onde jovens mulheres sonham em se ver livres do seu país, através de uma história de amor com algum americano, Kim vê uma saída no fim do túnel.

O musical é na realidade uma crítica ao sonho americano e aos efeitos devastadores da guerra. Enquanto no papel o Vietnã saiu vitorioso, na prática a vitória demorou a ser sentida pelos habitantes. Kim, a protagonista, não conseguiu sair da prostituição, e sua paixão avassaladora pelo soldado americano se tornou um fantasma fatal, materializado com o nascimento de um filho.

O musical é um bom exemplo da capacidade do Brasil em fazer adaptações dos espetáculos consagrados nos grandes teatros nova-iorquinos e ingleses (apesar de que também aposto em montagens tupiniquins próprias). Os atores, cantores e bailarinos desempenham com excelência os seus papéis. É de dar gosto de ver. Destaque para a cantora Lissah, que no passado fez parte do grupo Rouge. Interpretando a protagonista da história, ela se redime, mostrando que é capaz de participar de um espetáculo de grande nível.
Mas o show mesmo fica por conta do ator Marcos Tumura, que interpreta o cafetão. Sensacional.

Sinceramente, a música do casal não se compara aos grandes temas como Fantasma da Ópera ou A Bela e a Fera, chegando até ser um pouco chata (achei a letra sofrível), mas a canção American Dream é de tirar o chapéu. Nela, o Engenheiro mostra todo o seu sonho de chegar aos Estados Unidos. Enquanto ele lastima sobre sua situação no oriente e canta seu desejo de ser um yankee, dançarinas no melhor estilo Marilyn Monroe invadem o palco.

No fundo projeções da Estátua da Liberdade estilizada são exibidas, ilustrando as facilidades e ilusões do american way of life que ele tanta deseja. Porém, a ironia da música, e a boa interpretação do ator, deixam clara a crítica que ali é feita (juro que ainda quero ver a versão americana desse espetáculo). Certamente essa parte vale a montagem.

Outro momento memorável é quando as tropas são retiradas de Saigon e num jogo de cenografia maravilhoso as grades dançam com os atores no palco uma coreografia perfeita, hora mostrando a embaixada americana, hora enfocando os soldados e por fim o abandono de quem não conseguiu entrar no helicóptero. Uma das partes mais trágicas da história mostra a triste e fatal separação do casal, porém quem realmente chama atenção é o som 5.1 do Teatro e a projeção da aeronave de guerra quase em tamanho real. Simplesmente maravilhoso. Uma boa solução para o problema de colocar um helicóptero no palco, como é feito na Broadway americana.

A separação acontece, a prostituta é abandonada e o soldado retorna ao seu país de origem. O tempo passa e a história caminha até mostrar Chris casado com uma outra mulher, morando nos Estados Unidos, mas sonhando com Kim no Vietnã. Por sua vez, a jovem gerou um filho e se agarra as promessas de que o “marido” voltaria para buscá-los e então terem uma nova vida longe dali, como a fora prometido. Nada mais típico.

Com um difícil desfecho pacífico, a platéia se pergunta: o que fazer? Deveria Chris separar da atual esposa e cumprir a promessa à mulher vietnamita de levá-la para viver na América? Deveria ele pegar o filho e criá-lo como a esposa atual? Sem respostas e sem ter a chance de se encontrar com o amado, Kim decide por ambos. Em vez dos aplausos, o silêncio. Silêncio para o Vietnã hoje, para os filhos de americanos abandonados e para o american dream. Bom espetáculo.


Ah! Uma dúvida minha: a criança que interpreta o filho dos protagonistas pode trabalhar num espetáculo como esse? A censura é 12 anos e o menino deve ter no máximo uns 5. Alguém sabe responder?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Traiu ou não traiu?

Hoje o dia foi excelente!

Fizemos um piquenique na escola. Isso mesmo! Num hall vazio, em frente aos banheiros. Quebramos um paradigma! Quem foi que disse que para fazer piquenique precisa-se de um campo verdinho, cheio de flores e árvores? (Mas confesso: Eu ainda prefiro os piqueniques realizados no campo verdinho, cheio de flores e árvores...). Cada um de nós levou algo, e juntamos tudo. Tinha refrigerante, sucos das diversas qualidades, presunto e queijo, pão, Nutella, requeijão, e até pão de queijo!!

Mas, fazendo jus ao título do post, assisti um debate hoje.
Livro "Dom Casmurro", obra de Machado de Assis. Um clássico literário.
Para quem nunca leu, vou resumi-lo brevemente.

O livro relata sobre a vida de Bento, sua esposa Capitu, e seu amigo Escobar. Existe uma história toda, mas, nosso foco hoje foi o fato de que Bento nos induz á pensar que que Capitu o traiu com Escobar. Porém, não há provas concretas no livro sobre essa tal traição. A interpretação é inteira do leitor.


A professora Gi (Gyrlaine - Literatura/Redação), separou o 2º ano em defensores e acusadores de Capitu.
O debate correu friamente, e ambos os grupos debatiam sobre o assunto com certeza do que se falava, buscando provas de que isso era fato ou não. Citaram trechos do livro, buscando em suas entrelinhas algo que pudesse ir contra ou a favor de sua opinião.

Minha opinião pessoal sobre o livro, é de que Capitu não traiu Bento. Acreditei nisso desde que li o clássico. (Cerca de uns 2 anos atrás).
Os argumentos colocados pelos alunos foram muito bons. Tudo isso embalado ao respeito mútuo, as risadas finitas, e as frases da professora Gi, que filmava tudo atentamente dizendo "Aí, que dor no braço!!".

Aproveito a oportunidade para parabenizar aos alunos que souberam impor a opinião, tentando nos convencer sobre os fatos.

E, é claro... Segue a dica: Leia Dom Casmurro. A experiência é garantida.
E depois de lê-lo, POR FAVOR... responda á pergunta do título.

Abraços!

Filme na casa da Rafa...

É, não teve culto no sábado...

Então, a gente se reuniu pra assistir filme na casa da Rafa. Na verdade, não era bem um filme... Era a gravação da pregação do Missionário Hernani.
Todo mundo gosta de levar uns pegas de Deus, então... Todo mundo compareceu.

Pra comprovar que o negócio foi bom, estão aqui algumas fotos.
(Claudiane que adora aparecer, e os folgados deitados)

(Suellen, Sabrina e Karoline super concentrada!)


(E, no fim... é claro... Rolou pizza!)


(Eu e a Rafaela - Amiga-irmã desde pequena).


( E no fim, todos nós... Numa foto ligeiramente escura!)

quarta-feira, 9 de abril de 2008

The Bucket List - Antes de Partir

Viagens, dinheiro, fama e poder. Tudo isso é tudo o que envolve o universo fútil de Edward Cole (Jack Nicholson). Mas, isso tudo é colocado em contraste quando o mesmo se encontra com Carter Chambers (Morgan Freeman), um mecânico que vive em família, em um quarto de hospital.
Até que ambos descobrem que lhes restam apenas seis meses de vida, e também um desejo em comum: Aproveitar esses meses para realizar os desejos que sempre tiveram na vida antes de "baterem as botas", e embarcam numa aventura relevante.
O filme é maravilhoso, bem escrito e interpretado, além de nos colocar á pensar sobre o que temos vivido.
Se você não viu ainda, vá á próxima locadora rapidamente. Eu já o assisti duas vezes, a o assistiria novamente sem problemas.
E, acima de tudo: Encontre a alegria de viver!



(Ps: O trailer está aqui para quem quiser ver!)

terça-feira, 8 de abril de 2008

O desabafo de Ana Paula e o meu também!



Hoje dei uma volta pelo Youtube, para relembrar momentos que marcaram minha vida espiritual e deparei-me com a melhor parte do nono congresso, na minha opinião.
Concordo com exatamente tudo o que a Ana Paula disse nesse dia. É incrível.
E, parece que quanto mais nós nos achegamos á Deus, ou o obedecemos, as coisas ficam mais difíceis, e as pessoas mais errôneas e julgadoras.
Mas, sempre... Conhecerei e prosseguirei em Te conhecer, Senhor.

Pra quem quiser dar uma olhadinha, vale a pena!

(PS: O André Valadão está com o cabelo raspado devido ao voto nazireu.)

segunda-feira, 31 de março de 2008

O meu Deus justo e surpreendente!

Quem nunca se surpreendeu com Deus, que atire a primeira pedra.
Digo isso, porque Ele age de uma forma incomparável e exclusiva.
Fiquei tão feliz ao ver todos os meus amigos, toda a minha família comemorando comigo uma data tão importante: Meu aniversário! E, o que eu sempre sonhei para essa data, Deus realizou. Pude ver seu cuidado em todas as partes, e o mais engraçado foi ver sua participação, mandando um sereno maravilhoso!
Esse é o meu Deus surpreendente!

Hoje, durante uma conversa pelo Msn com a Claudiane, lembrei-me de um Congresso que participei. (Avivados Pelo Fogo - Estância Árvore da Vida - Setembro/2006) E, particularmente, me lembrei do missionário Hernani.

"O Espírito Santo não é um parque de diversão, que você chega, fica "doidão", e depois "saí fora" sem nenhum tipo de comprometimento!" (Miss. Hernani)

E depois, vasculhei o Orkut de muitas pessoas que carregam a Bíblia no braço, e são frequentadores assíduos da Igreja, que na verdade são PODRES, e na minha concepção: Sem nenhum pingo de temor á Deus. (Não estou julgando ninguém, uma vez em que eu mesma sou pobre, cega e nú diante de Deus).
São fotos, comunidades do tipo "Não tropeça que a fila anda", símbolos que nem mesmo sabem o significado, amores platônicos....
Do que adianta, "não beber, não fumar, não dançar nas festinhas do mundo" se você não leva Deus á sério? Ele te conhece sem as máscaras. Ele te vê. E o principal: ELE SABE QUE QUANDO VOCÊ DIZ QUE ESTÁ NA UNÇÃO, ESTÁ MENTINDO, SÓ PARA APARECER!!!
Precisamos viver o Evangelho como ele é. Não apenas mostrar nossa "vida espiritual" crescendo. Mas, mostrando quem nós somos em Cristo através de nossas ações. Ser cristão não é apenas não se contaminar com as coisas do mundo, e sim, tomar a sua cruz dia-após-dia e levá-la adiante.
Esse é o meu Deus Justo!

Pense nisso.

sexta-feira, 28 de março de 2008

O fantástico mundo de Bruna!

É, isso mesmo!
O "amigo-jornalista-americano" criou um blog para a "amiga-médica-duplanation".
Pelo simples fato: Ao meu ver, a Bruna tem muita, muita coisa para se compartilhar. E, sei que ela vai dar conta do recado.

O que vocês podem esperar desse blog? Muitas fotos legais, muitas indicações, muita música, e muita, muita alegria de viver!

Bru, espero que você cuide bem desse presente de aniversário, e que o use para seu próprio crescimento.
Obrigado por ser quem és. Te admiro muito!

Um abraço,
Do americano aqui que quer muito o seu bem.

Lincon.