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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Volta as aulas...

Pois é...

As férias passaram, e chegou o grande dia. 
Claro, o grande ali em cima foi só uma ênfase, porque de grande... Tsc, tsc, tsc... Não teve nada.

Em suma, foi bom rever o pessoal, algumas mudanças na sala, entre outras coisas.

Só espero que esse ano de 2009 passe bem rápido, assim como o ano de 2008. 
Mas também quero... Aproveitar tudo o que eu puder.

Isso pra você também.

Abaixo, a foto do ex primeiro ano, junto com o ex segundo ano.



Então, é isso.
Bjs!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sagarana - Assisti e comentei

Será que Manuel Fulô enfrentará Targino?

Essa é a pergunta que você se faz enquanto assiste a peça teatral "Corpo Fechado" - Um dos contos do livro "Sagarana" de Guimarães Rosa.

A história é simples: O médico de Laginha vivido por Rogério Costa, é convidado por Manuel Fulô, interpretado por Ronald Liano, para ser seu padrinho de casamento. O fato é que Manuel é um sujeitinho que faz muito descaso de qualquer tipo de trabalho, e em meio à algumas rodas de cervejas, conta para o médico suas histórias e sobre os valentões da cidade.

E aí, se desenrola a história. Manuel conta para o doutor suas trapaças pela vida, em busca de seus gostos e desejos, e por fim, mata o Targino numa briga.

Até aí, o expectador fica atento as palavras de Manuel, e em pouco tempo, o que era Corpo fechado, vira "Sarapalha"; E aí, você encontra primo Ribeiro e primo Argemiro.

Nesse conto, Guimarães Rosa mostra a situação de duas pessoas com malária, que moram num local onde seus habitantes já foram dizimados pela doença. E, além de sofrer da doença, ambos sofrem de amor: Um por ter perdido a mulher para outro homem, e o outro por não conseguir confessar seu amor pela mulher do primo querido.

"Onde está Luísa? Por onde anda?"

Bom, em primeiro lugar gostaria de parabenizar Ronald e Rogério por interpretações tão intensas, belas e memoráveis! A interpretação dos dois é um bom exemplo de que o Brasil tem sim grandes atores, e que consegue fazer adaptações de espetáculos consagrados tão boas quanto as originais.

E pra encerrar, digo: É incrível ver como contos escritos não se perdem ao longo dos anos. Como tudo o que Guimarães escreveu em seu tempo ilustre, nos alcança atualmente. Como a escrita consegue nos transportar para dimensões totalmente distantes dos parâmetros que vivemos.

E no mais, bom espetáculo!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Depois de tanto tempo...

Acho que eu estava com uma pseudo-férias desse blog! Mas, como dizem por aí, "Tudo o que é vivo, um dia aparece", cá estou.

Os dias tem sido corrido:

1- Feriado prolongado = Saída com a Rafa
2- Batismo de Paraibuna
3- Teatro: "O Fantástico Mistério de Feiurinha".
4- Compromissos com a Igreja
5- Melhoria nas minhas notas.

Minha felicidade é que consegui completar tudo isso com exito.
Pra comprovar isso, estão aí algumas fotos.



(Eu e a Rafa, nas Lojas Americanas)



(Celi, Eu e a Ondina no dia do Batismo)
(Fim da Apresentação do Teatro)

Bom, é isso!
Tô de volta. (Pelo menos por enquanto)
(Ps: No próximo Post, vou falar sobre o filme "Treinando o Papai", que assisti com a Rafa no feriado, no cinema)