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sexta-feira, 13 de março de 2009

Parece piada!

Qual país tem um presidente que sofreu impeachment e o sujeito tem a coragem de voltar anos depois à política como senador? (Pensando bem, como ainda tem gente que vota nele?) Agora o cara ainda vira presidente da Comissão de Infraestrutura da Casa. Sim, eu sei que parece piadinha, mas infelizmente não é. E olha que não duvido que ele vai voltar a ser presidente um dia...

Amo ser brasileira, mas quando penso nisso não tenho orgulho nenhum em morar aqui.

Para quem ainda duvida, aí vai a matéria:

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1027336-5601,00-COLLOR+DERROTA+PT+E+SE+ELEGE+PRESIDENTE+DA+COMISSAO+DE+INFRAESTRUTURA.html

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Pérolas!


Mais uma pérola!


"O evangelho no Brasil tem quilometros de extensão e centímetros de profundidade".

Essa foi do Pr. Gustavo Bessa durante uma pregação em Israel.
Ele falava sobre as maravilhas do mundo cristão brasileiro e a facilidade das pessoas se converterem por aqui (enquanto ele contava, a audiência composta por árabes, africanos e orientais vindos de países onde pregar Cristo leva à morte, aplaudiam).
Porém, ao mesmo tempo que a Palavra é aceita facilmente, muitos desistem e se perdem ao longo do caminho, criando um grande grupo dos chamados desviados (nisso o público ficou mudo).
Por que isso acontece? Uma resposta provável é exatamente a pérola escrita acima.

Concordo com o pastor e ainda acrescento algumas hipóteses. O evangelho é tão farto no Brasil que as pessoas tem aquela visão "quando eu ficar mais velho, eu converto". Talvez uma perseguiçãozinha fizesse bem aos meus conterrâneos.

Outra hipótese: a nossa imaturidade como cristãos (e os centímetros de profundidade) nos fazem olhar mais para os homens do que para Deus. Muitas vezes Jesus é culpado pelas decepções que outros nos causam. Aí pronto! Uma boa justificativa para o esfriamento da fé.

Mas a minha hipótese favorita: quem se desvia é porque realmente nunca conheceu a Cristo. Não que a vida longe dos padrões cristãos seja ruim, porque definitivamente não é (quem diz o contrário está mentindo!). Mas conhecer o Verdadeiro Amor é tão maravilhoso, que qualquer outra coisa se torna infinitamente menor. O problema, é que para realmente conhecer o Autor e Consumador da fé é preciso muito mais do que centímetros de conhecimento. É preciso se aprofundar a medida que a caminhada é iniciada. É preciso relacionamento, tempo e paciência.

Enfim... Continuo caminhando.

Bjs!

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Pérolas!

"Quem define quem é meu irmão, é meu Pai e não sou eu".

Quem disse essa frase, foi o Pr. Márcio Valadão, em meio a uma reunião do Dt e eu fiquei com ela na cabeça. E aí, a associei com uma coisa que me aconteceu esses dias.

Eu conheço muita gente de igrejas diferenciadas. Isso é fato. Mas, não são com todos que me relaciono da forma como gostaria. Sempre fui defensora de que é muito fácil socializarmos na Igreja, mas Jesus Cristo foi muito claro quando disse que entre os irmãos da igreja, deveria haver comunhão.

Tenho grande apreço pelo povo de Deus. Sim, já me magoei, já me causaram feridas, mas acima de tudo, eu faço parte do corpo de Cristo, que é a igreja. Então, não me resta dúvidas, pois... Como alguém pode não amar as pessoas que fazem parte do corpo junto consigo mesmo? É simplesmente impossível.

Essa frase do Pastor me fez chegar à duas conclusões:

1- Há muito preconceito dentro da Igreja. Ás vezes, a gente nem cumprimenta visitantes, porque o nível social dele é menor ou maior que o nosso. Ás vezes, a gente nem olha pra aquele irmão que está dentro da igreja há anos e muitas vezes nem sabemos seu nome. Enfim: O pré-conceito tá aí, e é uma grande falha da Igreja. (Isso, é pra mim também).

2- Eu não tenho culpa de me dar bem com umas pessoas, mais do que as outras. Acho que aí entra uma outra deficiência da Igreja. O julgamento. Por exemplo: Tenho uma amiga muito especial na Igreja Quadrangular, a Rafaela. Nós duas, conversamos com todos, falamos sobre qualquer assunto que nos é questionado, mas na hora de escolher uma dupla, obviamente, eu escolheria a Rafa e vice-versa, por causa do quesito afinidade. E aí entra o problema. Muita gente acha que isso é errado, é panela.

Sei que a Igreja ainda está cheia de rugas (Infelizmente me incluo nessa), e também não vejo uma vontade de melhorar. Mas, isso é realmente um problema a se pensar. Eu quero pensar nele, e mudá-lo.

Enquanto isso não ocorre, tento não ser preconceituosa com novas amizades e novos rostinhos na Igreja, e curto a benção da amizade, agradecendo a Deus por pessoas MARAVILHOSAS que Ele tem colocado ao meu lado.


Enfim, é isso.

Bjs!