quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Hohoho
Hohoho para você tb! :)
domingo, 21 de dezembro de 2008
Sina nossa
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Machado de Assis na Rede Globo
Os olhos mais famosos da literatura brasileira estão reencarnando novamente. Capitu, a enigmática heroína de Machado de Assis, revivida, inúmeras vezes, no cinema, no teatro e na música, ganhou duas intérpretes na TV. São atrizes de estilos diferentes - uma desconhecida e moderna (Letícia Persiles), outra famosa e clássica (Maria Fernanda Cândido) - mas não há dúvidas sobre por que serão as protagonistas das duas fases de "Capitu", nova minissérie da Rede Globo: ambas possuem olhos que ameaçam arrastar e tragar. Perfeitos - e idênticos - olhos de ressaca.
Será um ensaio sobre a dúvida - resume Luiz Fernando Carvalho, que dirigirá a minissérie. Desde o fim de março, os atores, a maioria vinda do teatro, vêm se reunindo para uma preparação de(d/l)icada.
Desde que tomou um susto com o convite do diretor, que a viu num show do Manacá, sua banda que mistura rock com ritmos folclóricos, o diretor teve certeza de que sua procura por uma protagonista terminara, Letícia vem tentando decifrar a Capitu menina que vai interpretar, uma garota meio moleca, mas sedutora, de 14 anos. Letícia diz ter consciência da responsabilidade de interpretar uma protagonista em uma minissérie "global", mas nos ensaios não parecia preocupada com a possibilidade de fama, dizem.
Procurei sentir o frescor da adolescência e remexi minhas coisas, relendo cartas antigas, de namorados - afirma a interprete da Capitu menina, que montou uma caixa com objetos que a têm ajudado nessa descoberta da menina plena de vida. Guardo cartas, luvinhas de renda, elementos da época - diz a atriz, que carregou a caixinha para o telhado do prédio onde mora e para perto do mar, tentando respirar com o peito aberto, como acredita que Capitu fazia.
Mas, não, não adianta esperar que o mistério que assombra a literatura e inspira tratados psicanalíticos (Capitu traiu ou não o marido com seu melhor amigo, Escobar?) tenha uma conclusão na TV. Apesar de dar nome à minissérie, a mulher dos "olhos de cigana oblíqua e dissimulada" não terá a chance de contar a sua versão da tragédia. Como no livro, ouviremos os fatos de um narrador casmurro e obcecado: Bento, interpretado pelo ator, poeta e apresentador Michel Melamed.
Maria Fernanda também foi construindo aos poucos a sua Capitu - a mulher e a menina terão o mesmo peso nos capítulos. Como Letícia, ela fala com doçura sobre a composição da personagem. E diz que o que menos importa é o dilema da traição.
Vejo a Capitu como uma mulher livre, com sede de vida e coragem para ser feliz. Uma mulher intensa, muito julgada, apontada por todos, mas que segue a vida sem amargura - diz Maria Fernanda, dona de olhares sedutoríssimos (como diria José Dias) e singulares.
Maria Fernanda vem tendo aulas de piano e, acostumada ao ritmo industrial das novelas, tem celebrado uma concepção carregada de significados. - A gente erra junto, joga uma coisa no lixo, guarda outra na gaveta. Cada um tem a sua Capitu - acredita a atriz.
Agora é esperar e conferir.
P.S – E você, já leu Dom Casmurro? Se não, corra logo e vá tomar partido de alguém...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Carpe diem
Numa fração de segundo, livrei-me do sujeitinho, e caí no chão. Fechei os olhos. Pensamentos: Meus pais, meu namorado,minha família, meus amigos, meu futuro, minha vida... É engraçado como coisas que realmente tem importância só passam pela nossa cabeça numa situação de perigo. É claro, que eu não morreria por isso. Mas engraçado mesmo é ver a nossa incapacidade, fragilidade e dependência diante de alguns fatos.
Ao abrir meus olhos, vi uma multidão de pessoas ao meu redor... "Bateu","Tá tudo bem?", "Que cara louco", "Esse mundo tá perdido!".
Me sentei rapidamente e movimentei todos os meus músculos e óssos. Queria garantir que não havia quebrado nada. Levaram-me para a casa da Rafaela (amiga-irmã) porque era mais perto, e meus pais não atendiam ao celular. Cheguei lá. A Ana, mãe da Rafa me abraçou bem firme. Chorei. Chorei muito. Chorei por tudo: Por mim, por ele, pelo susto, pela lembrança e tudo.
Como resultado, ganhei uma distensão muscular, que me fez tomar antibiótico e usar uma tala no braço, e alguns arranhões e ralados pelo corpo. Mas, por outro lado... Ganhei experiência.
Entender quem realmente importa e o que realmente importa na nossa vida, é tudo.
Valeu!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
O melhor do Brasil...
Estão aqui 100 coisas que nos fazem gostar do nosso país:
1 - Guimarães Rosa
2 - Cidades históricas de Minas
3 - Pão de queijo
4 - Cafézinho
5 - Padaria
6 - Piada de Português
7 - Sorriso
8 - Os trapalhões
9 - Turma da Mônica
10 - Banana (a preço de banana)
11 - Brigadeiro
12 - Feira
13 - Pastel de Feira
14 - Rapadura
15 - Tapioca
16 - Chita
17 - Festa Junina
18 - Rio São Francisco
19 - Rio Negro e Rio Solimões
20 - Cordel
21 - Cuíca
22 - Chorinho
23 - Samba
24 - MPB
25 - Carnaval
26 - Futebol da Várzea
27 - Pelé
28 - Torcida do Flamengo
29 - Ginga e Manemolência
30 - Caetano Veloso
31 - Fitinha do Senhor do Bonfim
32 - Bahia
33 - Tropicália
34 - Os novos baiano
35 - Capoeira
36 - Diversas religiões
37 - Mulata
38 - Índio
39 - Rede
40 - Programa de Índio
41 - Pão de Açúcar
42 - Oscar Niemeyer
43 - Chico Buarque
44 - Vinícius de Moraes
45 - Machado de Assis
46 - Real gabinete de Leitura
47 - Deus e o Diabo
48 - Réveillon em Copacabana
49 - Reggae em São Luís
50 - Parada Gay na av. Paulista
51 - As maiores comunidades Japonesa e Italiana fora de seus países de origem
52 - Maior bacia hidrográfica do mundo
53 - Mata Atlântica
54 - Amazônia
55 - Açaí
56 - Guaraná
57 - Tubaína
58 - Bolo de Rolo
59 - X-tudo
60 - Dogão
61 - Camisas Hering
62 - Leite de rosas
63 - Havaianas
64 - Lotação
65 - Almoço por kg
66 - Pipoca com queijo
67 - Novela
68 - Fernanda Montenegro
69 - Paulo Autran
70 - Dupla Caipira
71 - Elis e Tom
72 - Nomes compostos
73 - João Gilberto
74 - Dona Ivone Lara
75 - Padrinhos e Madrinhas
76 - Masp
77 - Hélio Oticica
78 - Aleijadinho
79 - Volpi
80 - Luiz Gonzaga
81 - Carlos Drummond de Andrade
82 - A ong "Viva Cazuza"
83 - Veríssimo
84 - Inverno no Sul
85 -Chimarrão
86 - Vinho Gaúcho
87 - Alemães no Sul
88 - Rodízio de Churrasco
89 - Churrasco na Laje
90 - Chopp
91 - Cerveja estupidamente gelada
92 - Biquíni
93 - Praia
94 - Água de coco
95 - Cachaça
96 - Caipirinha
97 - Pimenta de cheiro
98 - Farofa
99 - Baião de dois
100 - ARROZ E FEIJÃO
E aí, algo pra acrescentar?
Bjs!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Cansada, machucada, mas PLENA!
Para os que não sabem, estivemos realizando o segundo "Encontro com Deus" em nossa Igreja nesse ano. Já se foram mais de 10 encontros realizados e como todos, foi tremendo.
Essa semana estou acabada. Nunca vi meu corpo tão machucado, tão cansado. Não há só uma parte que não doa. No mesmo tempo, estou muito feliz e animada. Sabe aquela sensação de plenitude? É mais ou menos isso.
É maravilhoso sentir e ver o agir d'Ele.
Ressalto que mais maravilhoso ainda é ver a mudança de vida de quem entra lá. São pessoas que olharam nos nossos olhos na Sexta-feira e disseram: "Olha, essa é a minha última saída. Se não acontecer nada aqui, eu irei me matar", e que no Domingo agradeceram a Deus por abalar suas estruturas nesses dias.
Comentários e impressões que vivi no Encontro:
- Por Deus tudo vale a pena.
- Não há nada melhor nessa vida do que a presença dEle, daquele jeito bem perto...
- Quando olhamos para a vida com a ótica de Cristo, tudo muda.
- A minha sorte Ele mudou, literalmente, diante dos meus olhos.
- Todos precisam recomeçar, sempre.
- Entendi muita coisa nesses dias...
- Ele é o autor. Aquele que pintou com perfeição a vida.
- E ainda assim, Ele insiste em nós.
Se fosse por mim, ainda estaria "estatelada" no chão daquele lugar... Só recebendo. Mas a vida segue; agora com novas promessas.
Para encerrar, só digo: Jesus Cristo está vivo e é TREMENDO!
Ps: Para quem desejar entender melhor o que eu escrevi aqui... Março está aí e estaremos lá mais uma vez.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Sobre mulheres e frutas
Sim, isso me choca, e me faz sentir uma saudade imensa de quando as frutas se limitavam a dar nomes à hidratantes e perfumes.
